A região de Itapetininga não registrou casos de feminicídio nos primeiros três meses de 2026. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, por meio da plataforma SP Vida.
De acordo com o painel de monitoramento, entre janeiro e março de 2025 foram registrados dois casos de feminicídio na região. Já no mesmo período deste ano, nenhuma ocorrência foi contabilizada. As tentativas de feminicídio permaneceram estáveis, com três registros em cada período analisado.
Os dois feminicídios registrados no ano passado aconteceram nas cidades de Itapeva e Itapetininga. As vítimas tinham 38 e 28 anos, e, nos dois casos, os suspeitos eram companheiros das mulheres. Ambos foram presos pela Polícia Civil.
O primeiro crime ocorreu em 4 de janeiro de 2025, em Itapeva. Lisandra Aparecida da Silva foi encontrada morta e em estado de decomposição dentro da casa onde morava, no bairro Taquari. Segundo a investigação, ela e o companheiro, Allan Queiroz Garcia, que mantiveram um relacionamento por cerca de 20 anos, haviam discutido no dia anterior ao crime. O suspeito foi preso seis meses depois.
O segundo caso aconteceu em 4 de março de 2025, em Itapetininga. Natália Stéfanny Alves Carneiro Domingues foi encontrada morta no quarto da residência onde morava, com um cabo HDMI enrolado ao pescoço.
O suspeito, Emerson Vitoriano Pereira, confessou o crime à polícia. O casal estava junto desde 2016 e tinha uma filha de cinco anos. Familiares relataram que a vítima tentava encerrar o relacionamento havia cerca de um ano.
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