A força-tarefa da Operação Fluxo Oculto apreendeu dinheiro em espécie, passaportes, celulares e computadores durante o cumprimento de mandados da nova fase da Operação Carbono Oculto, realizada na quinta-feira (28). A ação investiga a suposta infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de combustíveis.
De acordo com os investigadores, foram encontrados maços de dinheiro em diferentes moedas, incluindo reais, dólares, euros e rand sul-africano, moeda oficial da África do Sul.
Segundo o balanço da operação, foram apreendidos:
- 46 celulares;
- 41 computadores;
- R$ 763.956 em espécie;
- US$ 76.822;
- € 13.425;
- 60.780 em outras moedas estrangeiras.
A operação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo, em conjunto com a Receita Federal. Ao todo, estão sendo cumpridos 60 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.
As investigações apuram um suposto esquema de lavagem de dinheiro, adulteração de combustíveis e sonegação fiscal que, segundo o Ministério Público, teria continuado em funcionamento mesmo após a primeira fase da Operação Carbono Oculto, deflagrada em agosto de 2025.
Ainda conforme o MP, o grupo utilizava fintechs e empresas de fachada para movimentar recursos financeiros e ocultar patrimônio.
O que é uma fintech?
Fintech é uma empresa que utiliza tecnologia para oferecer serviços financeiros digitais, como contas bancárias, transferências, pagamentos e empréstimos, geralmente por meio de aplicativos e plataformas online.
Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se