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Quarta-feira, 29 de Abril 2026
Saúde

VACINA ATUALIZADA GANHA EM EFICIÊNCIA

De acordo com dados publicados no arquivo on-line bioRxiv, o estudo realizado pelos laboratórios atestou que os níveis de anticorpos contra a Ômicron e sua relacionada BQ.1.1 aumen

Jornal CNet Redação
Por Jornal CNet Redação
VACINA ATUALIZADA GANHA EM EFICIÊNCIA
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A Pfizer e sua parceira alemã BionTech informaram ontem (18) que seu imunizante adaptado à Ômicron produziu mais anticorpos neutralizantes contra a subvariante BQ.1.1 em adultos idosos do que sua vacina original. Essa variante está se difundindo rapidamente nos Estados Unidos, gerando uma onda de novas infecções, e o mesmo se espera para a Europa com a chegada do inverno.

 

De acordo com dados publicados no arquivo on-line bioRxiv, o estudo realizado pelos laboratórios atestou que os níveis de anticorpos contra a Ômicron e sua relacionada BQ.1.1 aumentaram até nove vezes em adultos com 55 anos ou mais, que receberam a nova vacina. Para efeito de comparação, o imunizante original aumentava apenas duas vezes o número de anticorpos.

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A variante BQ.1.1 está intimamente relacionada à subvariante BA.5 Ômicron e representa 24,1% dos casos de Covid-19 nos Estados Unidos, até o último dia 12. A BA.5 ainda e a mais prevalente, com 29,7% dos casos naquele país.

Reinfecção

 

A reinfecção por Covid-19 parece trazer riscos adicionais de complicações em diversos órgãos, além de incrementar a chance de morte e de hospitalização, sugeriu um estudo de pesquisadores da Universidade de Washington, publicado na renomada revista científica britânica Nature.

 

Segundo os pesquisadores, os riscos foram mais pronunciados na fase aguda da doença, mas persistiram na fase pós-aguda, aos seis meses subsequentes. Além disso, os ônus foram cumulativos, com os resultados podendo ser piores a cada nova contaminação.

 

Os pesquisadores apontam que “a saúde prejudicada, como consequência da primeira infecção, pode resultar em risco aumentado de consequências adversas à saúde após a reinfecção”.

 

O Brasil enfrenta um novo aumento de casos da doença, puxado por subvariantes da Ômicron, a BQ.1 e a BE.9, que parecem ser mais transmissíveis e ter maior escape vacinal. Especialistas orientam que pacientes, principalmente os que ficaram com sequelas, devem redobrar cuidados e evitar nova infecção.

 

Em razão disso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, na quinta-feira (17), a venda livre e a doação de álcool etílico 70% na forma líquida, desde que estejam devidamente regularizados na agência. O objetivo é “ampliar o acesso a produtos que contribuem na implementação de resposta coordenada para reduzir a transmissão e proteger a população em geral do novo coronavírus”. (Agência Brasil e Estadão Conteúdo)

 

 

Fonte: JornalCruzeiro

 

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