A transição de governo em Jundiaí (SP) continua até a posse do novo prefeito, Gustavo Martinelli, marcada para 1º de janeiro de 2025. Após o segundo turno das eleições, foram realizadas três reuniões de transição, nos dias 7, 12 e 25 de novembro, e a equipe de transição está analisando documentos entregues pela atual administração.
A comissão de transição de Martinelli é composta por sete membros efetivos e um grupo de apoio de cerca de 40 pessoas. Até 4 de dezembro, a equipe pretende esclarecer as últimas questões e preparar materiais para os futuros secretários. O processo, conforme a Prefeitura, é transparente e visa garantir a continuidade dos serviços públicos.
A lei municipal 7.869, de 2012, regula a transição em Jundiaí. Embora Martinelli tenha sido eleito com 125.712 votos, ele ainda enfrenta uma pendência judicial relacionada à sua gestão como presidente da Câmara de Jundiaí entre 2017 e 2018. O Tribunal de Contas do Estado considerou suas contas irregulares devido a pagamentos acima do permitido a um funcionário, mas Martinelli afirma que o valor de R$ 24 mil foi devolvido e não houve prejuízo aos cofres públicos. O processo está em terceira instância em Brasília, sem prazo de julgamento, mas o Ministério Público Eleitoral se posicionou favorável à sua candidatura.
Este resumo inclui os pontos principais da transição e os detalhes sobre a situação jurídica de Martinelli.