O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participou como convidado de honra de uma reunião com membros da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), em São Paulo.
No encontro, o ministro disse que o foco da agenda do ministério, a curto prazo, é trabalhar pela aprovação de um novo arcabouço fiscal, a revisão do sistema de crédito no Brasil e reforma tributária após a retomada das atividades do Congresso.
Haddad não quis antecipar informações sobre o arcabouço fiscal, mas disse que estão sendo colhidas informações de estudos internacionais que serão avaliados por diversas aéreas do Executivo.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participou como convidado de honra de uma reunião com membros da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), em São Paulo.
No encontro, o ministro disse que o foco da agenda do ministério, a curto prazo, é trabalhar pela aprovação de um novo arcabouço fiscal, a revisão do sistema de crédito no Brasil e reforma tributária após a retomada das atividades do Congresso.
Haddad não quis antecipar informações sobre o arcabouço fiscal, mas disse que estão sendo colhidas informações de estudos internacionais que serão avaliados por diversas aéreas do Executivo.
Além do ministro, participaram do evento o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Gabriel Galipolo, Eduardo Eugênio, presidente da Firjan, vice-presidentes da Fiesp, conselheiros, diretores, presidentes de sindicatos e convidados.
A reunião aconteceu cinco dias após a divulgação de uma nota conjunta de pacificação entre o atual e ex-presidente da Fiesp, Paulo Skaf, após disputa interna pelo comando da Federação que questionou o mandato de Josué Gomes. Skaf também participou da reunião.
Haddad negou que a visita aconteceu para apaziguar os ânimos e disse não ter informações sobre as questões internas da Federação e que cabe aos membros resolvê-las.
Além do evento na Fiesp, o ministro teve uma reunião com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, pela manhã e prometeu que vai avaliar, num prazo de 15 dias, demandas de reformas no sistema de crédito que serão também apreciadas pelo congresso.
Para a democratização do crédito, a pasta avalia o uso do Pix como ferramenta fiduciária a partir do meio do ano. No encontro, Haddad admitiu que tratou da substituição dos diretores Bruno Serra, de Política Monetária, e Paulo Sérgio Neves, de Fiscalização. Caberá ao presidente Lula a apreciação dos novos membros. Campos Neto tem mandato no BC até 2024.
Ainda nesta segunda, Haddad se reunirá em São Paulo com Milton Maluhy, presidente do Itaú Unibanco.