Morreu na madrugada de domingo (12), em Itapetininga (SP), o escritor e jornalista Carlos Fidêncio, aos 85 anos. Aposentado, ele era conhecido por suas obras de referência histórica sobre o município, além de sua atuação no jornalismo local e na preservação da memória cultural da região.
Entre suas principais obras estão “Itapetininga Ontem-Hoje”, considerada uma das maiores referências históricas sobre a cidade, e a novela policial “Chumbo Grosso”, publicada em 1980 pela Editora Global, de São Paulo. Fidêncio também foi editor do jornal Nosso Domingo, na década de 1970, e da revista Itanews, na década seguinte.
O escritor foi presidente do Centro de Tradições Tropeiro e Boiadeiro de Itapetininga, em 1993, e sócio-fundador do Instituto Histórico e Geográfico de Itapetininga — ocupando a cadeira de número quatro — e da Associação dos Jornalistas da Região de Itapetininga (AJORI).
Entre as homenagens recebidas ao longo da vida estão a Medalha Constitucionalista de 1932 e diversos diplomas de honra ao mérito pelo trabalho em prol da história e da cultura regional.
O velório ocorreu no Memorial Antônio Ferreira de Camargo, e o sepultamento aconteceu as 17h de domingo (12), no Cemitério São João Batista, em Itapetininga.
Carlos Fidêncio era casado com Lazara de Barros Fidêncio e não deixa filhos.