A família de Rinaldo Magalhães, de 55 anos, demonstrou frustração após o júri dos policiais militares acusados de matar o empresário ser adiado pela segunda vez em Mairinque (SP). A sessão, que estava marcada para quinta-feira (20), foi remarcada para 22 de maio devido à ausência de uma testemunha, apresentação de documentos fora do prazo e tempo de defesa.
A esposa de Rinaldo expressou o desejo de que o processo chegue ao fim, buscando justiça e não vingança. O advogado de acusação afirmou que o depoimento da testemunha é fundamental para evitar que o júri seja anulado futuramente.
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