A campanha de Luiz Inácio Lula da Silva apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral uma representação para pedir a retirada do ar de um site, que de acordo com o PT apresenta supostas fake news sobre o ex-presidente e estaria sendo impulsionado, supostamente, pela campanha do presidente Jair Bolsonaro.
“É de pleno conhecimento deste Tribunal Superior Eleitoral que o é pertencente à pessoa jurídica criada para a campanha eleitoral de Jair Messias Bolsonaro. Além disso, rápida pesquisa na Receita Federal corrobora a informação”, firmou a campanha.
Pela legislação eleitoral, é expressamente proibida a prática de impulsionamento de propaganda negativa contra outras candidaturas.
Entre as fake news impulsionadas pelo site, está, segundo a campanha de Lula, a que associa o ex-presidente ao PCC. No início do mês de setembro, o próprio TSE aplicou multa a Bolsonaro e determinou a exclusão de conteúdos falsos, que ligavam o candidato Luiz Inácio Lula da Silva à facção criminosa.
Segundo a defesa de Lula, não há qualquer comedimento dos representados em infringir a legislação eleitoral.
“O impulsionamento da página em questão se caracteriza como verdadeiro desprezo pelas restrições imposta pelas normas vigentes, pois se volta tão somente à prática que é vedada pela lei eleitoral: impulsionamento de propaganda negativa”.